A relação entre crimes virtuais e a privacidade

De acordo com a pesquisa da PEW Research Center realizada com 1.002 adultos entre os dia 11 e 14 de julho, podemos observar a importância em relação a anonimato, privacidade e segurança online.

Ao mesmo tempo, podemos observar que 86% dos usuários usaram formas para remover ou criar máscaras virtuais com o intuito de camuflar seu comportamento na rede; simultaneamente, 55% dos usuários também usaram outras formas para proibir ou restringir o acesso de pessoas, organizações e entidades governamentais.

Nesse novo cenário, também podemos verificar que entre 21% e 6% desse mesmo público tiveram de alguma maneira sua privacidade violada através de contas comprometidas, assédio moral, roubo de informações pessoais ou foram envolvidos em crimes virtuais, tendo como consequência perda financeira. Apenas 6% acreditam a sua reputação foi danificada pela exposição da sua privacidade.

Acompanhando esse cenário, o papel da agência nacional americana (NSA) e os diversos programas de monitoramento como o PRISM e os demais que têm como princípio microanalisar padrões comportamentais, provenientes de metadados adquiridos de distintas empresas de telecomunicações e provedores de Internet.

Nesse cenário, também podemos verificar um crescimento constante de modelos de crimes virtuais sendo aplicados através diversas plataformas midiáticas, por isso atente-se sempre aos elos comuns e graus de separação nas mídias sociais.

Ao mesmo tempo, o Marco Civil vem ganhando mais espaço devido ao seu cunho de proteção de dados pessoais, como também a proteção da liberdade de expressão na rede. Enquanto isso, os americanos investem US$ 25 bilhões para a coleta de dados e praticamente US$ 12 bilhões somente para processar e analisar esses dados, ou seja, o papel da inteligência e contra-inteligência será cada vez mais valorizada tanto no mercado nacional como internacional.

No futuro, observamos o limite muito tênue entre a privacidade dos nossos dados comportamentais, como também a expansão do mercado de Socialytics e Big Data, visando a formar novos cientistas de dados para assim determinar novos padrões de consumo, hábitos e desejos. Como consequência, haverá novos modelos de crimes virtuais utilizando essas mesmas informações; então fica aqui um alerta: cuidado com a sua imagem e exposição virtual.

Fonte: imasters

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