Rodrigo Carran

Dicas e Truques de Informática

iPhone ganha seu primeiro vírus

Publicado por rodrigocarran em 09/11/2009

iPhone ganha seu primeiro vírus

iPhones que passaram pelo processo de jailbreak estão suscetíveis à ataques do primeiro verme criado para o celular da Apple.

Segundo a F-Secure, a praga foi identificada como Ikee. Sua função básica é alterar o papel de parede do sistema por uma foto do cantor Rick Astley contendo a frase: “ikee is never going to give you up”.

O Ikee ataca o celular dos usuários que não alteraram a senha de administrador dos aparelhos destravados. A ameaça faz um scan ativo de endereços IP de outros iPhones vulneráveis. Até o momento ele só atacou sistemas na Austrália.

O jailbreak permite que os usuários possam instalar qualquer tipo de aplicativo em seus aparelhos, sem restrições da Apple. Em contrapartida, ele é conhecido por remover o sistema de proteção do iPhone.

A empresa de segurança afirmou também que o autor do verme publicou seu código na rede. Com isso, outras pessoas podem criar novas ameaças a partir do Ikee, que devem ir além da troca de papel de parede do sistema, podendo até danificar dados do celular.

Como evitar o vírus Ikee para iPhone

Como evitar o vírus Ikee para iPhone

O cantor Rick Astley é a prova de que o iPhone foi infectado

A F-Secure divulgou essa semana o primeiro vírus para iPhones destravados. Confira como proteger seu celular da ameaça.

De acordo com a empresa de segurança, o verme Ikee entra nos celulares que passaram pelo processo de jailbreak e altera o papel de parede do sistema.

O acesso necessário para fazer a troca é conquistado através de um mecanismo que testa o login de administrador. Ele confere se o usuário não mudou a senha padrão da Apple. Se a resposta for positiva, o vírus ganha acesso aos comandos do celular.

Para evitar o problema, siga os seguintes passos recomendados pela F-Secure. Lembrando que os usuários que não desbloquearam o sistema de seus iPhones não precisam seguir esse procedimento.

1 – Instale o pacote Mobile Terminal fornecido no site do Cydia pelo celular.

2 – O ícone do programa deve aparecer no springboard do celular com o nome Terminal. Rode o aplicativo.

3 – Agora é necessário obter acesso de administrador. No terminal, entre com o comando “su root” e coloque a senha padrão da Apple, que é “alpine”.

4 – Entre com o comando “passwd”. Você deverá digitar a nova senha duas vezes para confirmar a alteração. Note que, por questões de segurança, as letras não devem aparecer.

5 – Agora você deve alterar a senha da conta de usuários. Entre com o comando “passwd mobile” e coloque a nova senha duas vezes.

6 – Agora é só fechar o terminal.

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Microsoft prepara lançamento de duas versões do SQL Server

Publicado por rodrigocarran em 09/11/2009

Com o objetivo de ampliar a popularidade do sistema, a empresa lançará as versões Datacenter e Parallel Data Warehouse para o SQL Server 2008 R2.

A Microsoft está aprimorando o sistema popular de servidores SQL Server. Um ano atrás, a empresa anunciou planos para adicionar peso à plataforma. Na segunda-feira (1/11), a companhia informou outros detalhes, com o anúncio de duas novas versões do sistema para o lançamento do SQL Server 2008 R2, na metade de 2010.

Uma das novas versões é a Datacenter, voltada a companhias que precisam ampliar seus processos de transação online (OLTP, sigla em inglês). Utilizada em conjunto com o Windows Server 2008 R2, ela suporta até 256 processadores lógicos e algo que a Microsoft chama de “virtualização ilimitada”. A edição também suporta processamento de evento complexo (CEP, em inglês).

A outra é a Parallel Data Warehouse, que pode suportar imediatamente de dezenas a centenas de terabytes de dados em clusters que escalam em cerca de 24 pontos, segundo o vice-presidente sênior da divisão, Ted Kummert.

O valor ainda é pequeno em comparação a empresas como a Teradata Corp, que lançou um produto para aplicações de 50 petabytes no último ano. Cada petabyte equivale a mil terabytes, ou metade do conteúdo de todas as bibliotecas acadêmicas dos Estados Unidos.

Hoje, a Microsoft só possui um centro de dados SQL Server na escala de petabytes. Mas, segundo Kummert, a intenção é de construir armazéns de dados de todos os tamanhos, incluindo acima de 100 terabytes.

Dominante entre os bancos de dados de tamanho médio, o SQL Server ainda não foi completamente aceito pelas grandes empresas do setor, como admite o presidente da divisão de servidores e ferramentas da Microsoft, Bob Muglia. “Bancos de dados e aplicativos de escala extremamente grande são o problema mais atual”, afirma.

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Paint.NET 3.50 – Final

Publicado por rodrigocarran em 09/11/2009

Paint.NET é uma aplicação de edição de imagens e fotografia para Windows. É uma alternativa grátis e muito aliciante, não poderemos mais comparar, mesmo destacando as divergências e diferenças, com o Paint da Microsoft incluída no Windows, pois esta ferramenta evoluiu para um patamar onde o pormenor técnico é, por muitos, comparado ao Photoshop.

//

Vantagens como efeitos especiais, suporte para plug-ins e manipulação de layers tornam esta aplicação numa ferramenta apta para trabalhos “pesados”. Se é um amante de fotografia digital ou gosta da manipulação e criação digital pode melhorar as suas imagens utilizando funções como: ajuste de níveis, ferramentas de anti-aliasing, blur, remoção de olhos vermelhos e muitas outras.

pdn26_seattle_thumb1.jpg

O programa foi escrito em C# sob a alçada de um projecto da Washington State University (WSU) em 2004. Este teve o apoio e patrocínio da Microsoft que ofereceu assistência e suporte nas ferramentas de desenvolvimento. Pode também ser usado em Linux através do projecto Mono.

Conversão para Mono

Miguel de Icaza converteu parcialmente o Paint.NET para Mono, uma implementação em código aberto do Common Language Infrastructure na qual o Microsoft.NET se baseia. Possibilitou assim executar o programa em Linux ou noutras plataformas suportadas pelo Mono.

Apesar do estado incompleto da conversão e da não disponibilidade de ficheiros binários (executáveis), a funcionalidade da conversão fez Icaza acreditar na viabilidade do projecto tendo em vista o pouco tempo e esforço necessário para esta primeira tentativa. Em maio de 2007, iniciou oficialmente um projecto para conversão.

Esta versão foi sujeita a várias alterações que podem ver mais aqui.

Para utilizar esta ferramenta necessita de ter o .Net Framework 2.0 instalado.

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows 9x/2k/XP/Vista/Win7
Download: Paint.NET 3.50 Final [4.47MB]
Homepage: Paint.NET

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Google Shortcuts 1.7 – O Mundo Google na ponta do rato

Publicado por rodrigocarran em 09/11/2009

É interessante ver os utilizadores recém-chegados a este mundo, aqueles que têm ainda poucas noções sobre o que é a Internet, apelidar o Google como sendo a própria Internet. Já se confunde a Internet com o Google em si! Ok não seremos nós certamente, pois sabemos fazer essa destrinça, mas cada vez há mais utilizadores básicos que querem ir ao Google… perdão.. à Internet navegar.

Então o que usam esses utilizadores para se confundirem?

//

 

Hmm, usam o Google Search (muitas vezes como a default page), usam o Gmail, usam o YouTube, alguns mais novos têm um blog no Blogger e gostam do Maps! Pronto, essa é a Internet deles.

Para facilitar, sem querer criticar este tipo de visão, pois é muito própria e quem sou eu para os desiludir, deixo uma extensão para o Firefox… espero que pelo menos conheçam o Firefox claro.

Mas não será só para essas pessoas que apresento esta extensão. Esta serve para todos os que queiram ter na barra de menus do Firefox os seus ícones dos serviços do Google, se não são todos, devem ser quase quase todos os serviços disponíveis.

Simplesmente descarregue e instale a extensão. Depois no menu dos Extras, nas Ferramentas do Firefox escolha a extensão e depois botão Opções. Agora active os ícones que quer ver na barra de menus de forma seguida ou numa dropbox.

Feito isto, confirme no OK e com botão direito do rato em cima da barra de menus clique na opção Personalizar. Abrirá uma janela com vários ícones, arraste o ícone do Google Buttons para a barra de navegação e largue-o onde entender. Na janela que vê na primeira imagem, poderá optimizar a forma desses ícones dos serviços do Google aparecerem.

O que não falta lá em cima é espaço, pois a barra de endereços é inutilmente grande para estar tão espalmada.

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows/Mac/Linux
Download: Google Shortcuts 1.7 [74.19KB]
Homepage: Sören Rinne

Fontes: http://pplware.sapo.pt

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USBDeview 1.46 – PenUSB corrompida?

Publicado por rodrigocarran em 09/11/2009

O USBDeview é uma pequena aplicação que lista todos os dispositivos USB conectados ou que já estiveram conectados no passado à sua máquina. Mas até que ponto se torna tão útil?

Além da curiosidade académica, torna-se extremamente útil na medida em que é possível “desinstalar” dispositivos USB conflituosos e voltar a configurá-los. E esta é só uma das muitas vantagens que este pequeno utilitário portátil tem para lhe oferecer.

 

//

 

No USBDeview é apresentada, para cada dispositivo USB, informação bastante detalhada como o nome desse dispositivo, tipo, número de série (para dispositivos de armazenamento de dados), data/hora em que foi adicionado, identificação do vendedor e do produto, e muito mais.

É importante ainda referir que é possível usar o USBDeview num computador remoto, desde que faça login nesse computador com conta de administrador.

 

Acabe com os conflitos USB

Outra característica muitíssimo útil é o facto de ser possível “desinstalar” quaisquer dispositivos USB da máquina. Isto torna-se particularmente útil quando surgem conflitos de drivers entre dispositivos ou imagine-se, o dispositivo nem sequer é reconhecido no Windows. Quantas vezes isto acontece?

Para resolver esse problema, abra o USBDeview, seleccione o dispositivo pretendido e remova-o. Quando o conectar ao PC, será como a primeira vez que o conectou e o Windows fará a sua detecção e correcta instalação!

Depois de tanta vantagem, não perca tempo e descarregue este pequeno utilitário portátil e obtenha o controlo total sobre as suas portas USB.

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows 2k/XP/Vista/Win7
Download: USBDeview 1.46 [61.21KB]
Homepage: Nirsoft

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Quais as portas abertas no meu computador?

Publicado por rodrigocarran em 09/11/2009

Qual a porta/porto usado para HTTP? e LDAP? e POP3? e SMTP? TELNET? e FTP? DHCP e MSN…?

Analisando a sequência de artigos que têm sido realizados sobre redes chego a uma primeira conclusão..”Vocês gostam da área das redes !!!”. Nesse sentido vamos apostar mais nessa área por aqui, contribuindo com artigos que facilitem a compreensão de como funcionam certas tecnologias (ex: Modelo OSI, IOS, VoIP, Routing, etc).

Depois de lerem o título alguns de vocês devem estar a pensar “…lá vem mais do mesmo…a guerra de palavras vais começar..mas afinal é porto ou é porta? Como já tive possibilidade  de referir em artigos anteriores, eu uso os 2 termos.

09-11-2009 14-44-43

//

 

Uma vez que existem muitos portos/portas, nada melhor que possuirmos uma pequena “cábula” com o portos mais conhecidos e assim termos a noção do que temos aberto no nosso computador uma vez que muitos dos ataques às máquina são feitos por aí.  Podem fazer o download da cheat-sheet no final do artigo.

Ter uma porta/porto aberto significa que a mesma está apta para receber pacotes por aí. Para verificarem quais os portos abertos na vossa máquina existem diversas ferramentas. Deixo-vos aqui a dica para 3 delas (conto com as vossas dicas também):

Outra das formas é através da linha de comandos (Windows), usando o comando netstat numa das seguinte formas:

netstat -an |find /i "listening"  //Portas/portos a escuta
netstat -an |find /i "established" //Portas/Portos com ligação estabelecida
netstat -an |find /i "3389"     //Definir porta específica “3389”

Feito o teste, está tudo normal com a vossa máquina?

Download: Cheat-Sheet Portas/Portos
Download: Iana Port Numbers

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Como é que o meu MSN comunica com o teu?

Publicado por rodrigocarran em 03/11/2009

Porque é que quando escrevo no meu MSN, a conversa vai parar à tua janela do MSN e não a outra?

Certamente já se questionaram como comunicam duas aplicações, como comunicam dois computadores e como comunicam duas aplicações entre dois computadores. Durante este fim de semana colocaram-me essa questão e deixo aqui um artigo para partilhar com vocês a resposta. A explicação não entrará em detalhes por forma a que todos entendam

Vou dar como exemplo o MSN

Considerando que existem 2 (ou mais) computadores e que têm instalado o MSN. Num computador está o António (IP: 192.168.10.1) e no outro o João (IP: 192.168.10.2) e estão em conversação.

A questão que se coloca é:

  • Como é que as conversas entre eles vão parar às janelas correctas em cada máquina?

Nisto da comunicação de computadores há 2 coisas que devemos saber: endereço IP (que identifica univocamente uma máquina) e o porto ou porta (que identifica a aplicação). A combinação do número do porto e do endereço IP identifica univocamente um processo a correr numa determinada máquina. Esta combinação tem o nome de socket.

Assim, o CHAT entre o António e o João pode ser estabelecido porque existe um IP para cada máquina e um porto para cada aplicação/janela. Algo do tipo:

192.168.10.1: 49201 <—–> 192.168.10.2: 49746

Onde:

192.168.10.1 – Computador do António 192.168.10.2 – Computador do João
49201 – Janela de MSN do António 49746 – Janela de MSN do João

Assim sendo, por cada aplicação/janela aberta na nossa máquina é atribuído dinamicamente um porto, e assim podemos comunicar com essa aplicação/janela um vez que o IP irá identificar a máquina e o porto essa janela . No caso de termos 5 janelas do msn abertas, por cada janela existe um porto associado, no entanto o IP da máquina é sempre o mesmo.

Que portos existem?

A IANA (Internet Assigned Numbers Authority) é um órgão responsável pela designação de vários padrões de endereçamento, incluindo os portos.

Existem diferentes tipos tipos de número de portos:

  • Portos conhecidos: 0 a 1023
  • Portos registado: 1024 a 49151
  • Portos atribuídos dinamicamente ou privados: 49152 a 65535
Como ver os portos no meu computador?

Normalmente costumo usar o comando netstat –ano, para verificar quais os processos de comunicação existentes.

02-11-2009 10-37-11

No entanto, já aqui falamos no pplware no currports que tem um aspecto gráfico mais interessante, sendo assim mais fácil identificar as aplicações:

02-11-2009 10-54-25

Considerando o nosso exemplo e a imagem anterior:

192.168.192.2 – Computador do António 207.46.125.77 – Computador do João
6015 – Janela de MSN do António 1863 – Janela de MSN do João

Nota: Este é apenas um exemplo de como comunicam as aplicações. No caso do MSN sabemos que existem servidores intermédios para gestão das sessões.

No próximo artigo vamos explicar o funcionamento de socket em servidores HTTP.  Estejam atentos

Fonte: http://pplware.sapo.pt/

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Telefônica cola linha fixa à web popular

Publicado por rodrigocarran em 29/10/2009

Telefônica cola linha fixa à web popular

Banda larga popular pode ficar mais cara antes mesmo de estrear
A Telefônica inicia, dia 9 de novembro, as vendas do serviço de banda larga popular por R$ 29,80, mas exigirá que consumidor assine linha de telefone fixo.

A principal parceira do governo paulista para estrear internet banda larga por preços populares vai exigir que o consumidor assine, em contrapartida, o uso de telefone fixo, o que na prática aumentará o custo do usuário de R$ 29,80. Atualmente, uma assinatura custa R$ 40 por mês ao usuário.

O decreto paulista prevê a isenção de ICMS em pacotes de banda larga de até R$ 30 com velocidade entre 200 Kbps e 1 Mbps. A lei diz que o serviço não pode ser condicionado à contratação de outro produto.

O argumento da Telefônica é que o Speedy não funciona sem a instalação de uma linha telefônica na residência do usuário.

A exigência de contratação de linha fixa para ter acesso à banda larga popular é criticada pelas entidades de defesa do consumidor Procon e Pro-Teste. Na avaliação destes grupos, a operação constitui venda casada e fere os direitos do consumidor. Além disso, um produto que deveria custar menos de R$ 30 para ter benefício fiscal, acaba vendido por um preço muito mais elevado.

Na prática, esta exigência vai minar o interesse de muitos consumidores de baixa renda pela internet popular. Afinal, este grupo de usuários muitas vezes troca o telefone fixo por um celular pré-pago, a fim de ter maior controle sobre seus gastos mensais.

Já a Secretaria Estadual da Fazenda, responsável pela elaboração do decreto, disse que aguardará o início das vendas para avaliar se há descumprimento por parte da Telefônica ao espírito da lei. A Secretaria não foi notificada oficialmente pela Telefônica sobre a decisão de exigir de linha fixa.

Além da Telefônica, a Vivo disse que pretende oferecer um produto de banda larga via redes 3G por até R$ 29,90. A NET também afirmou estudar estrear um serviço do tipo até o final deste ano.

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Internet deu sinal de vida há 40 anos

Publicado por rodrigocarran em 29/10/2009

Foi no final do Verão de 1969, pouco depois da aterragem na lua ou do Festival de Woodstock. Por aqueles dias, uma caixa de metal era entregue no escritório de Leonard Kleinrock, um professor na Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Era um interface processador de mensagens (IMP, sigla em inglês) e serviu para que fossem transmitidas as primeiras palavras através de uma espécie de Internet.

null

//

 

Não existe consenso sobre o início da rede que hoje em dia utilizamos, mas a verdade é que a 29 de Outubro de 1969, este professor conseguiu comunicar através da sua IMP para outra IMP, ligada a outro computador a alguns quilómetros de distância, nomeadamente no Instituto de Pesquisa Stanford.

Depois da conquista de Morse, 125 anos depois surge uma outra forma de comunicação, no início apenas com as letras LO (o início da palavra LOGIN ¿ ligar), que foram transmitidas com sucesso entre os dois computadores. A Arpanet, como era conhecida na altura, viria a ficar ligada em rede entre 213 computadores, mas 14 anos depois já havia 16 milhões e o email começava a mudar o mundo.

Naquela noite de 1969 nem tudo correu bem. Enquanto ia carregando nas teclas do computador, Kleinrock ligava para Stanford a perguntar se as mesmas iam chegando. O L e o O chegaram, mas quanto quis teclar G o sistema «crashou», deixando na história o LO como a primeira transmissão por Internet.

Na verdade, o primeiro e-mail só apareceu em 1971, paralelamente com o surgimento do símbolo @ e a mensagem «QWERTYUIOP», que são precisamente as primeiras letras do teclado de um computador. O resto é história. TVI

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RAC ORA-01102: cannot mount database in EXCLUSIVE mode

Publicado por rodrigocarran em 29/10/2009

Por algumas vezes, quando adicionando mais grupos em um RAC aconteceu o erro:

ORA-01102: cannot mount database in EXCLUSIVE mode

Assim, consegui detectar que em alguns casos simplesmente efetuando o boot e em outros casos resolvendo somente colocando novamente em modo de CLUSTER atraves dos parametros abaixo:
cluster_database boolean
TRUE
cluster_database_instances integer
2

veja o erro abaixo:

Connected to:
Oracle Database 10g Enterprise Edition Release 10.2.0.1.0 – Production
With the Partitioning, Real Application Clusters, OLAP and Data Mining options

SQL> show parameter cluster

NAME TYPE
———————————— ———————————
VALUE
——————————
cluster_database boolean
FALSE
cluster_database_instances integer
1
cluster_interconnects string

SQL> alter system set cluster_database=TRUE scope=spfile sid=’*';

System altered.

SQL> alter system set cluster_database_instances=2 scope=spfile sid=’*';

System altered.

SQL> shutdown immediate

Database closed.
Database dismounted.
ORACLE instance shut down.
SQL> SQL> SQL>
SQL>
SQL> startup
ORACLE instance started.

Total System Global Area 583008256 bytes
Fixed Size 1220676 bytes
Variable Size 201330620 bytes
Database Buffers 373293056 bytes
Redo Buffers 7163904 bytes
Database mounted.
Database opened.
SQL>

ora.eg7086.vip application ONLINE ONLINE eg7086
[oracle@eg7038 ~]$ crs_stat -t
Name Type Target State Host
————————————————————
ora….B1.inst application ONLINE OFFLINE
ora….B2.inst application ONLINE ONLINE eg7086
ora.RDBB.db application ONLINE ONLINE eg7038
ora….SM1.asm application ONLINE ONLINE eg7038
ora….38.lsnr application ONLINE ONLINE eg7038
ora.eg7038.gsd application ONLINE ONLINE eg7038
ora.eg7038.ons application ONLINE ONLINE eg7038
ora.eg7038.vip application ONLINE ONLINE eg7038
ora….SM2.asm application ONLINE ONLINE eg7086
ora….86.lsnr application ONLINE ONLINE eg7086
ora.eg7086.gsd application ONLINE ONLINE eg7086
ora.eg7086.ons application ONLINE ONLINE eg7086
ora.eg7086.vip application ONLINE ONLINE eg7086
[oracle@eg7038 ~]$ ps -ef |grep pmon
oracle 31627 1 0 20:39 ? 00:00:00 asm_pmon_+ASM1
oracle 10191 1 2 20:46 ? 00:00:00 ora_pmon_RDBB1
oracle 10484 27876 0 20:46 pts/2 00:00:00 grep pmon
[oracle@eg7038 ~]$ sqlplus / as sysdba

SQL*Plus: Release 10.2.0.1.0 – Production on Tue Oct 6 20:46:53 2009

Copyright (c) 1982, 2005, Oracle. All rights reserved.

Connected to:
Oracle Database 10g Enterprise Edition Release 10.2.0.1.0 – Production
With the Partitioning, Real Application Clusters, OLAP and Data Mining options

SQL> show parameter thread

NAME TYPE
———————————— ———————————
VALUE
——————————
parallel_threads_per_cpu integer
2
thread integer
1
SQL> show parameter cluster

NAME TYPE
———————————— ———————————
VALUE
——————————
cluster_database boolean
FALSE
cluster_database_instances integer
1
cluster_interconnects string

SQL> alter system set cluster_database=TRUE scope=spfile sid=’*';

System altered.

SQL> alter database mount;
alter database mount
*
ERROR at line 1:
ORA-01102: cannot mount database in EXCLUSIVE mode

SQL> alter system set cluster_database_instances=2 scope=spfile;

System altered.

SQL> alter database mount;
alter database mount
*
ERROR at line 1:
ORA-01102: cannot mount database in EXCLUSIVE mode

SQL> shutdown immediate;
ORA-01507: database not mounted

ORACLE instance shut down.
SQL> startup
ORA-29707: inconsistent value 2 for initialization parameter cluster_database_instances with other instances
SQL> alter system set cluster_database_instances=2 scope=spfile sid=’*';
alter system set cluster_database_instances=2 scope=spfile sid=’*’
*
ERROR at line 1:
ORA-01034: ORACLE not available

SQL> startup nomount;
ORA-29707: inconsistent value 2 for initialization parameter cluster_database_instances with other instances
SQL> shutdown immediate;
ORA-01012: not logged on
SQL> conn / as sysdba
Connected to an idle instance.
SQL> startup
ORA-29707: inconsistent value 2 for initialization parameter cluster_database_instances with other instances
SQL> conn / as sysdba
Connected to an idle instance.
SQL> startup
ORACLE instance started.

Total System Global Area 583008256 bytes
Fixed Size 1220676 bytes
Variable Size 222302140 bytes
Database Buffers 352321536 bytes
Redo Buffers 7163904 bytes
Database mounted.
Database opened.
SQL>

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